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“Pior caso” de gonorreia do mundo espanta médicos



A gonorreia é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrhoea. A infecção se espalha através do sexo desprotegido, tanto vaginal, quanto oral e anal.

De acordo com o Serviço de Saúde do Reino Unido (PHE, em inglês), um homem foi contaminado com uma bactéria durante uma viagem à Ásia e, até o momento, nenhum dos antibióticos testados fizeram efeito. É o caso de gonorreia mais grave já observado.

O homem que não teve sua identidade revelada, foi diagnosticado com a forma mais grave da doença até hoje registrada. A doença não responde aos tratamentos usuais (combinação dos antibióticos azitromicina e ceftriaxona).

O paciente internado em um hospital da Inglaterra teria contraído doença no sudeste da Ásia; serviço de saúde está atrás de pessoas que já fizeram sexo com ele para tentar evitar que doença se espalhe.

A possibilidade de a doença se tornar resistente aos medicamentos atualmente disponíveis no mercado já havia sido notificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que afirmou que o principal motivo da resistência das bactérias seja o uso indiscriminado dos medicamentos, tornando-os, a longo prazo, ineficazes no organismo.

Em julho de 2017, a OMS analisou dados de 77 países e alertou para o alarmante aumento no número de casos de gonorreia adquirida através do sexo oral e com resistência aos tratamentos. E chamou atenção para o fato de que, sem camisinha, a superbactéria poderá se alastrar muito mais facilmente.

Sexo oral e abandono do preservativo

A doença atinge órgãos sexuais, reto e garganta - sendo através dessa última o modo mais favorável para que a bactéria se torne resistente aos medicamentos, uma vez que a dosagem de antibiótico é menor do que a usada quando a infecção acontece em outras áreas do corpo e que essa região está suscetível a um grande número de bactérias.


Sintomas

Os sintomas gerais da gonorreia incluem corrimento de uma secreção amarelada e esverdeada nos órgãos genitais, mas também podem variar conforme o sexo do paciente.

Os sintomas de gonorreia na mulher incluem:
  • Corrimento purulento (amarelado ou claro)
  • Ardência na vagina e ao fazer xixi
  • Cólicas
  • Dor na relação sexual
  • Com o avançar da doença, pode haver infertilidade devido à obstrução das trombas pela bactéria.

Já os sintomas de gonorreia masculina são:
  • Saída de pus ou corrimento pela uretra
  • Dor nos testículos
  • Dor ao urinar
  • Sensação de “urina quente”

A importância de tomar água


Você sabia que a sede é o primeiro sinal de desidratação? Ela, por sua vez, é um estado que afeta muito mais os tecidos e células do que o volume de sangue corrente.
O que fazer? Para homens é recomendável (de idade de 19 a 70 anos) o consumo de 3,7 litros de água, já para as mulheres (de idade de 19 a 70 anos) é recomendável 2,7 litros de água. Cerca de 60% do peso do corpo humano é composto por água. Nosso corpo ao longo do dia vai eliminando todo esse líquido através da transpiração, suor, saliva, urina e fezes, por isso o consumo diário de água é tão importante. 

Benefícios do consumo de água: 
* Limpeza do organismo
* Controle da pressão sanguínea 
* Proteção dos olhos
* Proteção dos rins 
* Firmeza e beleza da pele
* Absorção de vitaminas 
* Melhora do funcionamento intestinal 
* Transporte de nutrientes para as células 

A água pode ser substituída?
NÂO, ou não totalmente. Voce não deve deixar de lado a água para optar por um suco ou refrigerante, a água é extremamente importante para que nosso organismo funcione conforme mandado, mas voce pode comer frutas que contém muito líquido, como a melancia, o melão, o morango, abacaxi entre outros
Se o problema é o famoso "água não tem gosto", aqui vai uma dica muito útil, é bom colocar uma casca de limão, abacaxi ou de alguma fruta em geral para dar aquele "gostinho" na água.



Contribuiu com este Artigo:



Naiara de Melo Varmeling

Formação: Acadêmica de Enfermagem
Facebook: https://www.facebook.com/mello.nai





Resolução regulamenta funcionamento de Consultórios e Clínicas de Enfermagem



O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou no Diário Oficial da União a Resolução nº. 0568/2018 que regulamenta o funcionamento dos consultórios e clínicas de Enfermagem. Esta normativa estabelece um marco importante para assegurar a qualidade dos serviços de enfermagem prestados e  extinguir dúvidas que possam afetar a segurança jurídica dos profissionais.


A população, em geral, tem uma visão da (o) enfermeira (o) apenas em ambiente hospitalar. Contudo, a categoria tem como atividade privativa, por exemplo, a consulta em enfermagem, que poderá ser realizada em consultórios e/ou clínicas especializadas.

Aspectos referentes ao licenciamento, funcionamento, responsabilidade técnica e área física dos consultórios e clínicas de Enfermagem também estão dispostos na resolução. Os consultórios e clínicas de Enfermagem terão prazo de 180 (cento e oitenta) dias para se adequarem às disposições. A fiscalização ficará sob responsabilidade dos Conselhos Regionais de Enfermagem.

A norma regulamenta a ação autônoma do enfermeiro, ampliando o atendimento à clientela no âmbito individual, coletivo e domiciliar. Os profissionais atenderão sua própria demanda, sendo responsáveis pelos seus atos.

Realizar consulta de enfermagem é um direito do profissional enfermeiro, assegurado pela Lei 7.498/86, art. 11, inciso I, alínea “i”, pelo Decreto 94.406/87, art. 8º, inciso I, alínea “e”, pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e normatizada pela Resolução Cofen nº 358/2009.



Novos subgrupos de Diabetes do Adulto (Nova Nomenclatura Proposta)



O Diabetes representa um fator de risco para as doenças cardiovasculares e cardiopatias e outros tipos de males. É uma síndrome de comprometimento do metabolismo dos carboidratos, gorduras, lipídeos e proteínas. É causada pela ausência de secreção da insulina, característica do diabetes tipo 1, ou pela redução da sensibilidade dos tecidos à insulina, ou seja um defeito na secreção da insulina, característica do diabetes tipo 2, levando à hiperglicemia (COTRAN, KUMAR; ROBBINS, 1994).

No entanto, esta é a classificação TRADICIONAL, mas pesquisadores escandinavos identificaram cinco tipos diferentes da doença em diferentes perfis fisiológicos e genéticos.


Realizou-se um estudo de quase 15.000 pacientes de cinco coortes na Suécia e Finlândia, os dados foram coletados e na observação, identificou-se pacientes que foram divididos em três formas graves e duas formas leves da doença:

Uma correspondente ao diabetes tipo 1 e as quatro restantes representam subtipos de diabetes tipo 2.

A pesquisa foi publicada no Lancet Diabetes & Endocrinology, e seu autor principal afirma: "As diretrizes de tratamento existentes são limitadas pelo fato de responderem a um controle metabólico deficiente quando se desenvolveu, mas não apresenta os meios para prever quais pacientes precisarão de tratamento intensificado.” No entanto, este estudo nos orienta a um diagnóstico mais clinicamente útil, representando um passo importante para a medicina.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o diabetes é classificado como tipo 1, tipo 2 e várias modalidades menos comuns como diabetes latente autoimune em adultos (LADA), diabetes da maturidade de início no jovem (MODY) e diabetes secundária. 

A causa para ocorrência do desenvolvimento do diabetes do tipo 1 é a destruição auto-imune das células β das Ilhotas de Langerhans. Auto-anticorpos atuam contra contras as células β, contra insulina, contra os tecidos glutâmicos descarboxilase, contra tirosina fosfatase. (SMELTZER; BARE, 2002).

Já o diabetes tipo 2 é causada pela resistência à insulina e obesidade, esse último citado representa atualmente um grande fator de risco para o desenvolvimento da doença; é altamente heterogêneo (LUCENA, 2007 apude GUYTON; HALL, 2002).

O intuito deste estudo é estabelecer uma classificação de diabetes mais refinada que poderia permitir o tratamento individualizado e identificar, no diagnóstico, pacientes que correm maior risco de complicações.

Tabela – Perfis dos Novos Grupos de Diabetes.

Essa proposta de 5 grupos com diferente evolução e risco de complicações pode eventualmente ajudar o planejamento terapêutico. 

Atualmente, usa-se a mesma abordagem para pacientes com características muito distintas. Essa nova visão pode ajudar no processo da chamada medicina de precisão.

REFERÊNCIAS

COTRAN, S. R. ; KUMAR, V. ; ROBBINS, S. L. Pâncreas. In: ______ Patologia básica. 5. ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan. 1994. Cap. 17.

Davenport Liam. Diabetes Consists of Five Types, Not Two, Say Researchers.
de Diabetes do Adulto e Sua Associação Com Desfechos. Disponível em:     < http://www.diabetes.org.br/publico/sobre-os-cinco-novos-subgrupos-de-diabetes-do-adulto-e-sua-associacao-com-desfechos > acesso em: 09 de março de 2018.

GUYTON, A. C. ; HALL, J. E. Insulina, glucagon e diabetes mellitus. In: ______.
March 1, 2018. Disponível em: (https://www.medscape.com/viewarticle/893305#vp_3). Acesso em: 09 de março de 2018.

SMELTZER, S. C. ; BARE, B. G. Histórico e tratamento de pacientes com diabetes mellitus. In: ______. Tratado de enfermagem médico-cirurgica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Cap. 37.

Sociedade Brasileira de Diabetes –SBD. Sobre os Cinco Novos Subgrupos
Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002. p.827-840.

Contribuiu com este Artigo:





Mateus Henrique Dias Guimarães
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TWITTER: twitter.com/mateus_henry_
Bacharel em Enfermagem. Pós-graduando em Saúde Pública com ênfase na Saúde da Família.






Ringer Lactato versus Solução Salina. Qual utilizar em pacientes críticos na UTI?



Estudo conduzido em Nashville, EUA, envolveu 15.802 pacientes adultos internados em UTI e comparou desfechos clínicos no uso de Solução Salina 0,9% e de outros cristaloides (como o Ringer Lactato ou Plasma-Lyte A), segundo publicação no New England Journal of Medicine.

O grupo de pacientes que recebeu Solução Salina apresentou maiores taxas de Insuficiência Renal Aguda (15,4%, contra 14,3% no grupo Ringer Lactato, p=0,04); Mortalidade Intra-Hospitalar (11,1%, contra 10.3% no grupo Ringer Lactato, p=0,06); uso de Hemodiálise (2.9%, contra 2,5%, p=0,08) e Insuficiência Renal Crônica (6,6%, contra 6,4%, p=0,06).

Vale ressaltar que os pacientes com trauma craniencefálico não fizeram parte do estudo pois, soluções mais hipotônicas que a solução Salina podem aumentar edema cerebral.

Os autores citam como possíveis explicações para os resultados a maior incidência de Acidose Hiperclorêmica, Inflamação, Vasoconstrição renal, Insuficiência renal aguda.

Esses resultados sugerem que, sendo usado o Ringer Lactato, 01 a cada 94 pacientes admitidos em UTI poderia ter evitada a Hemodiálise, a Insuficiência Renal Crônica e até mesmo a morte.

O que vocês acham? 






 

Escala de Manchester



As emergências, sejam elas clínicas ou traumáticas, quando não atendidas da maneira e técnica adequada representam um alto risco de vida e comprometimento do quadro clínico do paciente, contribuindo para a piora do mesmo.

A triagem é empregada com o fim de selecionar as vítimas que requerem de atendimento, de acordo com nível de gravidade, atendimento este que pode ser imediato ou mediato, ofertando uma assistência médica imediata com o objetivo de prolongar a vida do paciente e prevenir consequências sérias à saúde.

Corrupção na Saúde: Como ser Enfermeiro Auditor em OPME na era das Máfias das Órteses e Próteses?



A Corrupção foi eleita como a palavra do ano de 2017 por voto popular na pesquisa #PalavraDoAno2017 que elege o vocábulo mais importante dos 365 dias de 2017.

A iniciativa foi da consultoria de estratégia, engajamento e mobilização Cause em parceria com a empresa de pesquisa e Ideia Big Data. " As palavras fazem um retrato fiel do que o Brasil passou por esse ano", diz Leandro Machado, sócio da Cause.

Qual a diferença entre medicamentos Genérico, Similar e de Referência?





Medicamentos não têm diferenças quanto aos efeitos no organismo e precisam passar por testes da Anvisa. As três classes de remédios têm os mesmos efeitos nos organismos e podem ser adquiridas com uma única receita.

No Brasil a política de medicamentos genéricos foi implantada em 1999 com o objetivo de  estimular  a  concorrência comercial,  melhorar  a  qualidade  dos  medicamentos  e  facilitar o acesso da população ao tratamento medicamentoso. Porém, muitas vezes as pessoas assumem que os medicamentos genéricos são inferiores aos medicamentos de referência (também conhecidos como “medicamentos de marca”), mas isso passa longe da verdade.

Vamos aos esclarecimentos:

Medicamentos de Referência: Os medicamentos de referência, conhecidos como medicamentos de “Marca”, são remédios que possuem eficácia terapêutica, segurança e qualidade comprovadas cientificamente no momento do registro, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolver os medicamentos de referência. Geralmente são medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. A eficácia e a segurança precisam ser comprovadas.

Para recompensar os esforços em trazer um medicamento novo ao mercado, a Anvisa concede à empresa o direito de explorá-lo comercialmente com exclusividade por 20 anos, contados a partir do registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). 
Durante esse tempo, só ela lucra com o produto - mas também não pode fazer o que bem entender, porque a Comissão Interministerial de Preços, um órgão que reúne membros de vários ministérios, regula o valor do medicamento para que ele não seja abusivo com os brasileiros. 
Em casos específicos, a patente pode ser quebrada. “Em nome da saúde pública”, se um medicamento trouxer grandes benefícios à terapia, a patente pode ser quebrada. Isso já ocorreu duas vezes no tratamento contra o vírus HIV.
Medicamentos Similares: Na verdade, o medicamento similar nada mais é do que um genérico com marca - ou seja, uma cópia do medicamento de referência que pode ter um nome fantasia e um logotipo bonitinho. Conforme a Lei nº 9.787/1999, o similar deve ter os mesmos princípios ativos, concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica que a medicação de referência. Também são aprovados nos testes de qualidade da ANVISA, em comparação ao medicamento de referência. Desde 2013, os similares são equivalentes aos medicamentos de referência, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes [substâncias que completam massa e volume na cápsula] e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.

Medicamentos genéricos: Via de regra, após os 20 anos, a patente é quebrada e todas as informações sobre o remédio, que eram guardadas a sete-chaves pela empresa, tornam-se públicas. Com isso, outras indústrias podem fabricá-lo e, após submeter o medicamento “cópia” à aprovação da Anvisa, estão aptas a vendê-lo.  Portanto, são medicamentos que apresentam o mesmo princípio ativo na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do que um medicamento de referência. Na embalagem do remédio genérico há uma tarja amarela, contendo a letra “G”, e aparece escrito “Medicamento Genérico”. Como esse tipo de medicamento não tem marca, o consumidor tem acesso apenas ao princípio ativo do medicamento. Os genéricos geralmente são produzidos após a expiração ou renúncia da proteção da patente ou de outros direitos de exclusividade e a aprovação da comercialização é feita pela ANVISA. O Ministério da Saúde, através da ANVISA, avalia os testes de bioequivalência* entre o genérico e seu medicamento de referência, apresentados pelos fabricantes, para comprovação da sua qualidade.

* Bioequivalência: consiste na demonstração de equivalência farmacêutica entre produtos apresentados sob a mesma forma farmacêutica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípio/s ativo/s, e que tenham comparável biodisponibilidade**, quando estudados sob um mesmo desenho experimental.

** Biodisponibilidade: indica a velocidade e a extensão de absorção de um princípio ativo em uma forma de dosagem, a partir de sua curva concentração/tempo na circulação sistêmica ou sua excreção na urina.


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Se você usa um genérico que tenha o mesmo princípio ativo de um de "marca", ambos terão o mesmo efeito no tratamento visado, porque são, virtualmente, a mesma coisa. Assim, comprar os genéricos, quando estes são uma opção, só traz benefícios, já que possuem mesma eficácia e são muito mais baratos. Para se ter uma ideia, na média, após o lançamento de um genérico, a diferença de preço com o de referência é de 40%, chegando a 68% com o passar do tempo. Os medicamentos SIMILARES, na prática, possuem a mesma eficácia dos genéricos, sendo também cópias dos de referência. Nesse sentido, tanto o similar - com a garantia de intercambiabilidade da ANVISA - quanto o genérico podem substituir os medicamentos de referência sem prejuízo, ou seja, são intercambiáveis com os de referência.

E lembrando sempre: antes de usar quaisquer medicamentos, sempre consulte um médico antes e respeite sua orientação.

ATENÇÃO: Nem todos os medicamentos são intercambiáveis. Para algumas categorias, como Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP), Fitoterápicos, Biológicos e Medicamentos Específicos (Exemplos: vitaminas, ácido fólico, minerais, diosmina, hesperidina, quercetina, timomodulina, aminoácidos, entre outros), a intercambialidade não pode acontecer. Ou seja, o paciente deve seguir a terapia com o medicamento indicado pelo prescritor. Além disso, como já mencionado, medicamentos similares não podem ser intercambiáveis por outros similares e tampouco por genéricos.

A Anvisa disponibiliza, em seu site, uma lista constantemente atualizada dos remédios (referência, genérico e similares) que são intercambiáveis entre si VEJA






Cinco características dos bem-sucedidos



O papel de líder do enfermeiro em sua atuação diária está incumbido mediante as responsabilidades assumidas sobre sua equipe de trabalho. As questões legais que norteiam o desenvolvimento da enfermagem, por si só, delegam ao enfermeiro o papel de gerenciamento das equipes e consequentemente o transportam às questões de liderança como mecanismo para atingir os objetivos comuns propostos.

Para ter sucesso, citaremos 5 caraterísticas dos bem-sucedidos - (Extraído do livro “Socorro! Tenho medo de vencer”, de Luiz Alberto Marins Filho - editora Harbra) 

Um estudo realizado nos EUA definiu cinco características básicas dos bem-sucedidos. São elas: 

1. Os bem-sucedidos têm um alto grau de energia. Esta energia é traduzida em comprometimento e habilidade para conseguir que as coisas sejam feitas; persistência para fazer as coisas até o final; energia física e mental; iniciativa vigor e muita força de vontade para empurrar um projeto ou um sonho até o final. 

2. Capacidade de inovação. Mente aberta para ver novos caminhos e maneiras não comuns de se fazer o mesmo trabalho. 

3. Talento no relacionamento com pessoas. Disposição em trabalhar com outras pessoas, aceitar comentários, rir e sorrir de situações mesmo quando as coisas vão mal. 

4. Habilidade em comunicação. Falar de forma clara, sem rodeios, sem rebuscamentos. Habilidade de ouvir, realmente escutar as pessoas, absorver e entender o que as pessoas dizem. Escrever de forma clara e concisa e ter a capacidade de transmitir confiança para as pessoas com quem se comunica. 

5. Conhecimento técnico naquilo que faz. Curiosamente este é o último fator de sucesso. Hoje o conhecimento é dinâmico. Necessário é aplicá-lo à pratica no dia a dia. O mais importante é a capacidade de obter informações sobre o que vem acontecendo em seu campo de atuação, quais as mudanças prováveis, e preparar-se para elas. Isto é claro, requer vontade, estudo, dedicação. 

Portanto, aí estão as 5 características dos bem sucedidos
  • Energia
  • Capacidade de inovação
  • Capacidade de relacionar-se bem
  • Habilidade em comunicar-se
  • Conhecimento atualizado 
Procure desenvolver estas habilidades e muito sucesso a você! 


Contribuiu com este Artigo:



Ágda Hemkemaier Andres
Enfermeira, Graduada pela Universidade do Estado de Santa Catarina, com especialização em MBA – Gestão em Saúde e Controle de Infecção pela INESP - SP , Enfermagem do Trabalho pela UNINTER -SC , Gestão Hospitalar pela UNIASSELVI- SC, Docência em Ensino Superior e Segurança do Trabalho e Gestão de Produção pela Faculdade Venda Nova do Imigrante –MG.| Linkedin



Elimine as bolinhas brancas das amígdalas com este tratamento natural



As manchas, placas ou bolinhas “esbranquiçadas” que aparecem nas amígdalas são chamadas de tonsiólitos, cáseos amigdalianos ou pedras na amígdala e se desenvolvem quando bactérias, muco, células mortas ou até mesmo restos de alimentos começam a se acumular na região.

Elas podem ser brancas ou amareladas, com uma textura bem macia.

Essas “bolinhas” causam um terrível mau hálito, além de irritação na garganta e dificuldade para deglutir. Também contribuem para:

- Amígdalas muito grandes
- Má higiene bucal
- Excesso de consumo de açúcar e laticínios

Para o tratamento, é necessário uma tonsilectomia, ou seja, a remoção cirúrgica das amígdalas.

As amígdalas são duas estruturas localizadas perto da garganta que contribuem para o sistema de defesa do organismo. Boa parte dos agentes infecciosos entram pela boca com a respiração. As amígdalas permitem uma resposta rápida a eles: ao entrarem em contato com vírus e bactérias, elas passam a produzir anticorpos que vão para a corrente sanguínea e defendem o organismo. Mas essa influência no sistema imunológico é pequena. Na infância, representa só 2% da produção de anticorpos e a porcentagem diminui à medida em que o indivíduo vai crescendo, até que, na adolescência, as amígdalas perdem praticamente a utilidade. Por isso, há algumas décadas a extração delas era muito comum. Hoje, os médicos preferem evitar a cirurgia se estiverem saudáveis. Mas se apresentarem infecções e inflamação constante devem ser retiradas.

Como alternativa menos agressiva que a cirurgia, existe um tratamento natural muito eficiente.

INGREDIENTES
  • 1 colher (chá) de sal;
  • Meia colher (sopa) de bicarbonato de sódio;
  • Meio  limão fresco;
  • 1 copo de água


MODO DE PREPARO
  • Esprema o limão para extrair o suco;
  • Aqueça levemente a água;
  • Em seguida, adicione o suco de limão, o sal e o bicarbonato de sódio;
  • Misture bem os ingredientes;
  • Feito isso, faça um gargarejo com essa mistura.;
  • Repita o procedimento duas vezes por dia.


Isso vai expulsar todos os resíduos acumulados nas amígdalas, além de desinfetar a garganta, graças às propriedades dos ingredientes.

Esse tratamento natural é econômico, simples e extremamente eficaz.


Importante!

Hipertensos devem usar, no lugar do sal comum, o sal rosa do Himalaia ou outro tipo de sal integral.

Esta informação é sobre um tratamento caseiro, e não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.






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