Faça como Milhares de Outras Pessoas, Cadastre-se e Receba Atualizações Diretamente em seu e-mail!

Depressão: A importância do autocuidado ao profissional de Enfermagem




Ao profissional de enfermagem é de extrema importância o autocuidado, aprender separar sua vida profissional da vida pessoal, evitando assim, adquirir transtornos como a depressão. O autocuidado é um conceito abrangente relacionado com as ações que as pessoas realizam individualmente com o objetivo de preservar a saúde e/ou prevenir a doença. 

DEPRESSÃO

É uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. É um distúrbio neurológico que abrange o organismo como um todo: Estado físico, humor, pensamento, até a forma como a pessoa vê e sente o mundo ao seu redor etc.

Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens.
Em crianças e idosos, a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também frequentes.

Promoção na qualidade de vida de pessoas portadora de diabetes e o efeito patológico no sistema renal e sistema cardíaco e as ações de ENFERMAGEM na assistência e prevenção: Uma revisão de literatura



O Diabetes Mellitus é uma patologia endócrino-metabólica, manifestada por hiperglicemia, decorrente no mecanismo de produção ou ação da insulina, que interfere na entrada da glicose na célula, aumentando a concentração plasmática (AMERICAN DIABETES ASSOCIATION, 2012). Segundo o International Diabetes Federation-IDF(2015) estima se que na população mundial o diabetes seja da ordem de 387 milhões e que chegara a 471 milhões em 2035 e que 80% desses indivíduos vivem em países em desenvolvimento. Vem aumentando em virtude do crescimento e envelhecimento populacional, prevalência de obesidade e sedentarismo.   

De alta prevalência e está relacionada às elevadas taxas de morbimortalidade (ALVES et al., 2013), sendo um importante problema na saúde pública (FREITAS; GARCIA, 2012), afetando cerca de 246 milhões de indivíduos, tornando se uma epidemia do século, com previsão que chegara a 380 milhões ate 2025 (BRASIL, 2013a). Em um estudo mostrou que 5,6% da polução adulta brasileira são acometidos como fatores de risco e proteção de doenças crônicas (BRASIL, 2011).

 Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE (2014) descreve que na década de 1980 no Brasil a prevalência na população adulta de DM foi de 7,6% já em Ribeirão Preto – SP em 2010 ouve uma taxa em torno de 15%. Em um estudo com servidores públicos numa faixa etária de 35 a 74 anos com medidas laboratoriais foi encontrado cerca de 20%. 11,9 milhões de pessoas em 2014 na faixa etária de 20 a 79 anos com diabetes, podendo alcançar 19,2 milhões em 2035.
Foi estimado em 11,6% do total dos custos com atenção em saúde em 2010 com o diabetes (INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION, 2012), e associado com a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), tornando se a primeira causa de morte e de hospitalizações no Sistema Único de Saúde (SUS) e representa mais da metade do diagnóstico primário em pessoas com insuficiência renal crônica submetidas à diálise (SCHMIDT et al., 2011). Demonstrado estatisticamente que, após 15 anos do aparecimento da doença, 2% dos indivíduos apresentou cegueira, 10% problemas visuais graves, 30% a 45% de retinopatia, 10% a 20% de nefropatia, 20% a 35% de neuropatia e 10% a 25% apresentou doença no sistema cardiovascular (ALVES, 2005). 

World Health Organization-WHO (2002) influencia na prevalência de DM de 2,7% na faixa de 30 a 59 anos para 17,4% na 60 a 69 anos num aumento de 6,4 vezes. Sendo de 7,0% nas mulheres e de 5,4% nos homens. Dal Fabbro, Franco, et al (2013) diz que entre os índios Xavantes a prevalência no DM em ambos os sexos foi de 28,2%, nos 18,4% em homens e de 40,6% em mulheres. 

Já Ginemo, Ferreira e Cardoso (2000) na comunidade nipo-brasileira no Brasil houve uma prevalência de 18,3%, em 1993, para 34,9%, em 2000, comprovando o impacto de alterações no estilo de vida, no padrão alimentar e suscetibilidade genética. Taxas de mortalidade são de 33,7 para a população por 100 mil habitantes em 2011 no Brasil, com 27,2 nos homens e 32,9 nas mulheres, variando de 0,50 para uma faixa etária de 0 a 29 anos e os de 60anos ou mais a 223,8 num gradiente de 448 vezes (BRASIL 2019).

Repercutindo depreciação da qualidade de vida, em seus diferentes aspectos, como debilidade do estado físico, prejuízo da capacidade funcional, dor em membros inferiores, falta de vitalidade, dificuldades no relacionamento social e instabilidade emocional, entre outros (FARIA et al., 2013; SILVEIRA et al., 2010); doença essa que, não pendente de faixa etária ou etiologia, causando impacto negativo, com comprometimento na qualidade de vida do individuo (AGUIAR et al., 2008); podendo ser assintomático por longo tempo e a detecção clínica é feita não pelos sintomas, mas pelos fatores de risco, desconhecendo sua própria condição (BRASIL, 2013).

Segundo Malerbi e Franco (1992) Sendo a quarta e a oitava posição entre as principais causas básicas de morte de causas múltiplas na declaração de óbito com um aumento de 6,4 vezes. Foi gasto no orçamento anual da saúde no Brasil foi de 2,5 e 15% com DM dependendo de sua prevalência e do grau de complexidade do tratamento, com oscilação em torno de 3,9 bilhões de dólares, comparado com a Argentina em 0,8 bilhão e o México foi de 2 bilhões. 

O Sistema Único de Saúde – SUS em cálculos recentes em tratamento ambulatorial com usuários diabéticos foi de US$ 2.108,00 por pessoa e US$ 1.335,00 a custos diretos, já com diagnostico principal em diabetes foi de R$40,3 milhões com 91% na decorrência nas internações. Nos EUA os custos em 2012 para o tratamento foi de 176 bilhões de dólares com 69 bilhões de dólares com despesas decorrentes na perda de produtividade. (MORAES, FREITAS, GIMERO et al, 2006).

Acesso venoso periférico: Técnica, Estabilização e tipo de Curativo



A punção venosa periférica é certamente o procedimento mais realizado nos atendimentos de emergências, além de ser o procedimento invasivo mais comum realizado pela enfermagem. Pelo menos 90% dos pacientes hospitalizados necessitam, em algum momento de um acesso venoso para realização de terapia intravenosa.

É a via de administração de medicação diretamente nas veias, nela é possível fazer medicação em grande quantidade e aquelas que pela via oral não são possíveis de administrar. São dois tipos: acesso venoso periférico, que é a inserção de um cateter nos membros (braço, mão, perna, etc.) e acesso venoso central, este é utilizado em pacientes que necessitam de grandes quantidades de medicamento e soro - é uma via calibrosa para infusão de algumas medicações específicas, como quimioterapia, dieta parenteral.


Acesso venoso periférico (membros):

O acesso venoso periférico pode ser puncionado por enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos. As vias de acesso preferenciais são as veias dos membros superiores do antebraço por acomodar cateteres mais calibrosos:
  • Veia cefálica;
  • Veia basílica;
  • Veias medianas do antebraço e cotovelo;
  • Veias do dorso da mão;
  • Veia safena magna e parva.


Traumatismo Crânio Encefálico (TCE)



O trauma cranioencefálico (TCE) consiste em lesão física ao tecido cerebral que, temporária ou permanentemente, incapacita a função cerebral. Embora ocorra em questão de segundos, seus efeitos perduram por longos períodos sobre a pessoa, seus familiares e a sociedade. O diagnóstico é suspeitado clinicamente e confirmado por imagens (primariamente tomografia computadorizada). 

Lesões traumáticas são a principal causa de morte de pessoas entre 5 e 44 anos no mundo, e correspondem a 10% do total de mortes. No Brasil, os dados não são diferentes e as ocorrências aumentam a cada ano. O TCE é responsável por altas taxas de mortalidade, sendo mais prevalente em jovens do sexo masculino, tendo como principal causa os acidentes com meios de transporte. Estima-se que mais de um milhão de pessoas vivam com sequelas neurológicas decorrentes do TCE. Apesar da sua alta prevalência e taxas de incidência em constante elevação, estudos epidemiológicos permanecem escassos. 

As lesões abertas envolvem penetração de couro cabeludo e crânio (e, normalmente, de meninges e tecido cerebral subjacente). Elas normalmente são causadas por balas ou objetos pontudos, porém a fratura craniana com laceração no revestimento devido à força direta também é considerada lesão aberta.

As lesões fechadas normalmente ocorrem quando a cabeça é batida contra um objeto ou sacudida violentamente, causando aceleração e desaceleração cerebrais rápidas. Aceleração ou desaceleração pode lesar o tecido no ponto de impacto (golpe), no polo oposto (contragolpe) ou difusamente; os lóbulos frontal e temporal são especialmente vulneráveis. Axônios, vasos sanguíneos ou ambos podem ser cortados ou rompidos. Os vasos sanguíneos rompidos causam contusões, hemorragias intracerebrais ou subaracnoides e hematomas epidural ou subdural.

Cientistas dos EUA dão grande passo para cura da AIDS



A síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) é uma doença do sistema imunológico, causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), que torna uma pessoa mais propensa às doenças oportunistas e, até mesmo, ao câncer do que outra, cujo sistema imunológico esteja saudável. 

As principais vias de transmissão do HIV são as relações sexuais desprotegidas, as transfusões com sangue contaminado, o compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis e a disseminação de mãe para filho, durante a gravidez, parto ou amamentação.

Apesar da evolução no tratamento com antirretrovirais e das campanhas preventivas, os números atuais sobre a doença apontam que a aids ainda é um grave problema de saúde pública global.

Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) mostram que 36,7 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com HIV e quase dois milhões seriam infectados no mesmo ano.

Cientistas da Universidade Temple, nos EUA, conseguiram remover o genoma do HIV das células imunológicas de um paciente com o vírus da AIDS. Eles utilizaram a revolucionária técnica de edição genética chamada CRIPSR/Cas9, e atingiram este fantástico feito. Com esta técnica os cientistas puderam, com facilidade, editar ou remover partes específicas do DNA. Isso permitiu direcionar mutações particulares, dando esperança de cura para certas doenças hereditárias e, agora, atacar por uma outra frente o vírus HIV.

A relevância da Anamnese e as dimensões técnicas e subjetivas no exame físico assistencial de Enfermagem



O trabalho ou exercício profissional é determinante do espaço social das profissões, as quais se inserem na multidimensionalidade desse espaço social que é complexo e exigente. A enfermagem é uma profissão crucial para a construção de uma assistência qualificada à saúde, cuja metodologia de trabalho deve ser clara, prática e coerente com a realidade local (BITTAT, PEREIRA, LEMOS 2006).

Há uma crescente preocupação por parte dos profissionais de saúde por busca de conhecimentos teórico, técnico e científicos, diante das responsabilidades na assistência aos pacientes, familiares e comunidades. Segundo Paula (2005), Souza e Barros (1998) apresentam as etapas do processo de enfermagem em seu histórico a anamnese e exame físico, diagnostico de enfermagem, prescrição de enfermagem, evolução de enfermagem como o plano de alta, sendo como instrumento que norteia a assistência permitindo a realização do diagnostico e planejamento das ações de Enfermagem, bem como avalição e evolução do paciente e prescrições e junto à equipe multiprofissional o plano para alta do paciente.

Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (CEPE): Aliado ou Inimigo?



Um subsídio legal à profissão e que dispõe acerca dos direitos, deveres, proibições e penalidades aos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Percebemos o quão ainda é pouco explorado e conhecido por nossa categoria. Somos respaldados por uma poderosa “arma”. A Resolução COFEn nº 564/2017 deu cara nova ao CEPE e o tornou mais claro, conciso e objetivo. Nossa profissão, frequentemente, é estampada nos meios de comunicação, infelizmente quase sempre de forma negativa. Circunstâncias que nos levam a refletir como um profissional, que dedicou seu tempo e disposição a estudar assuntos, por vezes, complexos em seus cursos de formação, se sujeitam a praticar atos que denigram e manchem sua imagem enquanto profissional? E o que não dizer daqueles que não tomam partido da sua autonomia, e insistem em querer cultivar uma “mesquinharia profissional”, limitando-se à simples execução de tarefas demandadas, sem o mínimo de senso crítico, pautado nos argumentos técnico-científicos? Quem mais sofre com tudo isso é o nosso cliente! 


Outros muitos profissionais, felizmente, com suas atitudes e práticas diárias, fazem valer seus diplomas e servem de espelho a quem inicia na profissão. O artigo 24 do atual CEPE confirma como devemos exercer a profissão: “com justiça, compromisso, equidade, resolutividade, dignidade, competência, responsabilidade, honestidade e lealdade.” Precisaria, mesmo, que isso estivesse escrito? Teoricamente, não! Mas na prática... Como ainda estamos longe do pleno cumprimento desses princípios! 

Rastreabilidade de OPME (órtese, prótese e materiais especiais) - DMI (dispositivos médicos implantáveis).



Cadê a etiqueta? A Embalagem sumiu! E agora o convênio vai glosar! Mas é só um simples papel, pra que tudo isso!

Essas frases fazem parte do cotidiano dos centros cirúrgicos quando existem procedimentos com utilização de OPME/DMI. Existe uma tensão e pressão sobre a equipe de Enfermagem quando o assunto são as etiquetas, lacres ou embalagens dos produtos, e nem sempre a equipe multidisciplinar tem a devida orientação da importância da guarda desses itens.

Afinal de contas, para que guardar etiquetas, lacres e embalagens de produtos? Porque os convênios não remuneram esses itens se não estiverem fixados no prontuário do paciente?

A rastreabilidade de OPME/DMI é divulgada fortemente entre os profissionais que atuam na auditoria e faturamento de contas hospitalares, porém percebo que as áreas assistências não recebem a devida orientação, área essa de extrema importância, pois todo o processo de captação das informações inicia na área assistencial. Ao não conhecer a sua real importância no processo e o processo como um todo, a área assistencial acaba negligenciando etapas que prejudicará o sucesso da rastreabilidade.

Limpeza hospitalar: A importância da realização com responsabilidade



A limpeza hospitalar é uma das medidas mais eficazes na prevenção e controle para romper a cadeia epidemiológica das infecções. A disseminação de vírus, de bactérias e de diversos fungos se dá através do ar, da água e das superfícies inanimadas. A limpeza e a desinfecção com desinfetantes são eficazes em reduzir a infecção cruzada, veiculada pelo ambiente. 

A limpeza inadequada dos leitos, camas, banheiros e outros ambientes pode trazer complicações a todos que estão nestes ambientes. O paciente pode adquirir uma infecção hospitalar através de objetos e locais contaminados que pode agravar o estágio da doença e aumentar o tempo de permanência no hospital.

A principal finalidade da higienização e limpeza hospitalar é preparar o ambiente, manter a ordem, proporcionando maior segurança favorecendo o bom desempenho das ações a serem desenvolvidas, melhorando assim, a qualidade dos serviços ao paciente.

Os métodos de limpeza devem ser determinados pelo tipo de superfície, quantidade e o tipo de matéria orgânica presente, e o propósito da área. A utilização de vassouras e espanação seca devem ser evitadas, pois estas práticas espalham para o ar e para as superfícies limpas, poeira, matéria estranha e microorganismos.

Meningite Meningocócica



A Meningite meningocócica é uma forma grave de meningite bacteriana, altamente contagiosa, causada pelo meningococo (bactéria Neisseria meningitidis). A bactéria fica alojada entre as meninges (membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal), causando inflamação das mesmas (meningite).

SINTOMAS:

Os sintomas da meningite meningocócica podem se agravar em poucas horas, evoluem muito rápido. O paciente pode apresentar febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, dor na nuca, rigidez de nuca (dificuldade de encostar o queixo no peito), aparecimento de manchas roxas na pele, confusão mental, falta de apetite, sonolência, agitação, sensibilidade à luz.

O quadro pode evoluir ainda com diarreia, delírios e coma. Bebês podem apresentar a moleira tensa ou alta, febre, irritabilidade, gemido ao ser tocado, recusa alimentar, vômitos, choro agudo e convulsões.

A meningite meningocócica é facilmente transmissível pelas vias respiratórias, podendo provocar surtos e epidemias. É a forma mais grave de meningite bacteriana devido à intensidade dos sintomas, podendo até levar à morte se não for tratada a tempo.

Passagem de cateter vesical de demora em paciente do sexo masculino



O cateterismo vesical é um procedimento estéril que consiste na introdução de uma sonda até a bexiga, através da uretra, com a finalidade de facilitar a drenagem da urina ou inserir medicação ou líquido, com tempo de permanência longo (pode variar de dias a meses), determinado pelo médico.

Tem o objetivo de controlar o volume urinário, possibilitar a eliminação da urina em pacientes imobilizados, inconscientes ou com obstrução, intraoperatório em diversas cirurgias. Quando indicado, é aplicado em pacientes adultos e pediátricos internados, ambulatoriais e de pronto atendimento com prescrição médica.


Responsabilidade pela Execução do Procedimento:

A Resolução nº 450/2013, publicada em dezembro pelo COFEN - Conselho Federal de Enfermagem, estabelece as competências da equipe de Enfermagem em relação ao procedimento de Sondagem Vesical (introdução de cateter estéril, através da uretra até a bexiga, para drenar a urina). Segundo o Parecer Normativo, aprovado pela Resolução, a inserção de cateter vesical é função privativa do Enfermeiro, em função dos seus conhecimentos científicos e do caráter invasivo do procedimento, que envolve riscos ao paciente, como infecções do trato urinário e trauma uretral ou vesical. O Parecer ressalta que ao Técnico de Enfermagem compete a realização das atividades prescritas pelo Enfermeiro no planejamento da assistência, a exemplo de monitoração e registro das queixas do paciente e condições do sistema de drenagem, do débito urinário; manutenção de técnica limpa durante o manuseio do sistema de drenagem e coleta de urina para exames; monitoração do balanço hídrico – ingestão e eliminação de líquidos, sempre sob supervisão e orientação do Enfermeiro.

 
Enfermagem a profissão do cuidar