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Importância da Orientação da qualidade de vida do idoso



A expectativa de vida atualmente  é um fenômeno de grande alcance no mundo todo, caracterizado pelo incremento da ordem de 30 anos na esperança de vida de muitos povos nas décadas recentes. Grande revolução envolvendo desafios políticos, econômicos, sociais, demográficos e, de modo especial, nos campos da saúde e da alimentação (MENEZES.M.F.G, et. al. 2008).

Segundo  MENEZES.M.F.G,(et. al. 2008),estudos de maior abrangência no campo da Saúde Coletiva enfatizam preocupações com a qualidade de vida dos idosos, tanto no que se refere aos seus aspectos subjetivos (bem-estar, felicidade, amor, prazer, realização pessoal), quanto às suas necessidades básicas mais objetivas da vida.

Contudo a qualidade de vida é um termo multidimensional, que é quantificado de forma subjetiva, cada um a qualifica de acordo com aquilo que acha mais relevante para o seu bem-estar.

O Brasil deve passar, no período de 1960 a 2025, da décima sexta para a sexta posição mundial, devido ao crescimento progressivo do número de idosos. Trata-se de resultado da queda das taxas de fecundidade e mortalidade e do consequente aumento da expectativa de vida (Tahan TAHAN.J & CARVALHO. A. C. D. de, 2010).



De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Censo de 2000 foi verificado um maior contingente de mulheres idosas, se comparadas com homens de mesma faixa etária. Havia nesse levantamento um universo de 8.002.245 mulheres para 6 533 784 homens. A relação entre gênero e envelhecimento baseia-se nas mudanças sociais ocorridas ao longo do tempo e nos acontecimentos ligados ao ciclo de vida. Dessa forma, a maior longevidade feminina implicaria transformações nas várias esferas da vida social, uma vez que o significado social da idade está profundamente vinculado ao gênero (MIRANDA.L . C, et. al. 2008).

Em vista disso, uma boa qualidade de vida é possível também na vida madura, mas é válido lembrar que quem mantém um padrão de boa qualidade de vida durante o ciclo de vida tem uma probabilidade maior de perceber uma qualidade de vida melhor na terceira idade.

ENVELHECIMENTO

Conceituando envelhecimento normal sabemos que é marcado pelos eventos físicos, cognitivos e socais normativos para essa fase da vida, desta forma as alterações como pressão arterial elevada, déficits visuais e auditivos, mudanças de papéis sociais, diminuição da velocidade das tarefas seriam eventos esperados. Já o envelhecimento patológico seria resultante de alterações globais com presença de síndromes e doenças crônicas, o  envelhecimento saudável seria aquele acima das expectativas do envelhecimento normal, ou seja, as alterações decorrentes do envelhecimento ocorrem lentamente, de tal forma que o funcionamento físico, social e cognitivo nesses idosos são melhores que o da maioria das pessoas de mesma faixa etária (MIRANDA.L . C, et. al. 2008).
Relata MIRANDA.L.C,( et. al. 2008), que Dessa forma, faz-se necessária a adoção de políticas específicas que visem propiciar um envelhecimento ativo, no qual a autonomia e, sobretudo, a dignidade do idoso devam ser sempre respeitadas.

Portanto, vale ressaltar que,  o termo envelhecimento deve ser entendido como um processo  natural da vida que traz consigo algumas alterações sofridas pelo organismo, consideradas normais para esta fase.

Segundo  MIRANDA.L.C,(et. al. 2008),  a Organização Mundial de Saúde (2005) relata que envelhecimento ativo é o processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velha. Para que o envelhecimento seja uma experiência positiva, não basta apenas ter uma vida longa, mas também oportunidades nos campos da saúde, participação e segurança.

Com o envelhecimento populacional, temos um aumento da prevalência de doenças crônicas e incapacitantes e uma mudança de paradigma na saúde pública. As doenças diagnosticadas num indivíduo idoso geralmente não admitem cura e, se não forem devidamente tratadas e acompanhadas ao longo dos anos, tendem a apresentar complicações e sequelas que comprometem a independência e a autonomia do paciente, a saúde não é mais medida pela presença ou não de doenças, e sim pelo grau de preservação da capacidade funcional( RAMOS. L. R, 2006).

Terceira idade, envelhecimento, velhice ou melhor idade são termos que se referem hoje em dia  para uns como o último ciclo da vida, que independe de condições de saúde e hábitos de vida, é individual, e que pode vir acompanhado de perdas psicomotoras, sociais, culturais e etc; já outros acreditam que a velhice é uma experiência subjetiva e cronológica. Acredito  que a velhice seja como uma construção social que cria diversas formas diferentes de se entender o mesmo fenômeno, dependendo de cada cultura. 


QUALIDADE DE VIDA

Conceito de qualidade de vida está relacionado à auto- estima e ao bem-estar pessoal e abrange uma série de aspectos como a capacidade funcional, o nível socioeconômico, o estado emocional, a interação social, a atividade intelectual, o autocuidado, o suporte familiar, o próprio estado de saú- de, os valores culturais, éticos e a religiosidade2 , o estilo de vida, a satisfação com o emprego e/ou com atividades diárias e o ambiente em que se vive3-5. O conceito de qualidade de vida, portanto, varia de autor para autor e, além disso, é um conceito subjetivo dependente do nível sociocultural, da faixa etária e das aspirações pessoais do indivíduo (VECCHIA.R.D, et. al. 2005).

O processo de longevidade, muitas vezes, está associado a doenças crônicas não transmissíveis que favorecem o desenvolvimento de incapacidades motoras, psicológicas e sociais, limitando os idosos em suas atividades cotidianas, levando-os a frequentarem os serviços médicos de forma mais constante, na perspectiva da cura de algum problema ou doença (MOREIRA.R.M, et. al. 2013).
Ao analisar o termo qualidade de vida,posso dizer que define  uma condição dinâmica que reflete os eventos da vida: a perda de um emprego, uma doença ou algum problema ,muitas vezes, é confundida com a expressão padrão de vida. O padrão de vida é uma estimativa de quantidade de bens e serviços que estão disponíveis, bem como a qualidade dos mesmos.

Nesse sentido, no ano de 2003, a partir do crescimento acentuado de idosos no Brasil, foi criado o Estatuto do Idoso que enfatiza a garantia de assistência integral à saúde dessa população através do Sistema Único de Saúde (SUS), em todos os níveis de atenção, fomentando, dessa forma, a discussão sobre a atenção às condições de saúde dos idosos, assegurando-lhes acesso igualitário e universal, num contexto imbricado de serviços e ações visando à proteção, promoção, prevenção e recuperação da saúde (Rodrigues et al., 2013). Esse Estatuto foi construído com a participação popular, através das entidades que lutam em defesa dos interesses dos idosos; portanto, estendendo as respostas do Estado e da sociedade às demandas e necessidades das pessoas idosas, sem trazer consigo, contudo, uma forma de como financiar as ações propostas (MOREIRA.R.M, et. al. 2013).

Atualmente, tenho visto que a qualidade de vida tem sido considerada sinônimo de saúde, devido à valorização de fatores humanos e biológicos e sua constante preocupação com o impacto deles em nossa existência,pois é sabemos que  a saúde é nosso recurso mais importante em termos de desenvolvimento social, econômico e pessoal.

ATIVIDADE FISICA

A prática regular de exercícios físicos é uma estratégia preventiva primária, atrativa e eficaz, para manter e melhorar o estado de saúde física e psíquica em qualquer idade, tendo efeitos benéficos diretos e indiretos para prevenir e retardar as perdas funcionais do envelhecimento, reduzindo o risco de enfermidades e transtornos frequentes na terceira idade tais como as coronariopatias, a hipertensão, a diabetes, a osteoporose, a desnutrição, a ansiedade, a depressão e a insônia. Em relação à recuperação da força muscular em idosos, estudos têm demonstrado que ela pode ser conseguida mediante programas de condicionamento físico, de força e resistência, de alta ou baixa intensidade, inclusive em nonagenários (NÓBREGA.A.C.L,( et. al. 2008).

Segundo NÓBREGA.A.C.L,( et. al. 2008),  a  prática da atividade física  é recomendada para manter e/ou melhorar a densidade mineral óssea e prevenir a perda de massa óssea,  regular e exercer efeito positivo na preservação da massa óssea, ou seja  é uma excelente maneira de prevenir fraturas. Ela também melhora a força, a massa muscular e a flexibilidade articular, notadamente, em indivíduos acima de 50 anos, constitui  um excelente instrumento de saúde em qualquer faixa etária, em especial no idoso, induzindo várias adaptações fisiológicas e psicológicas, tais como:
  • Aumento do  O2
  • Maiores benefícios circulatórios periféricos
  • Aumento da massa muscular
  • Melhor controle da glicemia
  • Melhora do perfil lipídico
  • Redução do peso corporal
  • Melhor controle da pressão arterial de repouso
  • Melhora da função pulmonar
  • Melhora do equilíbrio e da marcha
  • Menor dependência para realização de atividades diárias
  • Melhora da auto-estima e da autoconfiança
  • Significativa melhora da qualidade de vida.

Os idosos são quem mais precisam praticar  exercício físico, afinal   pessoas que praticam exercícios físicos regularmente procuram menos atendimento médico que os sedentários, a atividade física pode muito bem ser um dos melhores remédios contra a depressão , a tristeza e a falta de rumo, que afeta muitos idosos nesta fase das suas vidas. 

Segundo o  Centro Nacional de Estatística para a Saúde estima que cerca de 84% das pessoas com idade igual ou superior a 65 anos sejam dependentes para realizar as suas atividades cotidianas, constituindo-se no maior risco de institucionalização.Estima-se que em 2020 ocorrerá aumento de 84 a 167% no número de idosos com moderada ou grave incapacidade. Entretanto, a implantação de estratégias de prevenção, como a prática da atividade física (AF) regular e de programas de reabilitação, poderá promover a melhora funcional e minimizar ou prevenir o aparecimento dessa incapacidade ( NÓBREGA.A.C.L, et. al. 2008)

DOENÇAS QUE ACOMETE  IDOSOS

O envelhecimento, infelizmente, aumenta a prevalência de diversas afecções, principalmente as de caráter crônico. Neste cenário, devemos dar atenção especial aos fatores de risco, sintomatologia e prevenção das doenças mais comuns na terceira idade.Dentre as doenças comuns no idoso podemos citar:

Parkinson: a doença de Parkinson é causada pela falta de uma substância no cérebro chamada dopamina, a causa dessa alteração é desconhecida, e na maioria das vezes acomete mais as pessoas após os cinqüenta anos de idade, em geral a evolução é bastante lenta e se inicia com tremor principalmente nas mãos e que pode progredir depois para a boca. Outro sintoma é uma rigidez global ou que dificulta o inicio dos movimentos e o equilíbrio, favorecendo, portanto a ocorrência de quedas. A pessoa fica dura como se estivesse completamente engessada, numa fase mais avançada ela pode desenvolver demência e ficar totalmente dependente e acamado. O tratamento é através de medicamentos, intensificar estímulos e exercícios para retardar ao máximo o quadro de desenvolvimento da doença.

Demência: popularmente conhecida como caduquice ou esclerose, geralmente é um quadro que começa com alteração da memória, principalmente das coisas mais recentes, os fatos mais antigos, geralmente são mais lembrado, fatos da infância, juventude, o que muitas vezes dá uma falsa impressão que a memória do idoso se encontra boa. Com o progredir da doença o idoso deixa de reconhecer mesmo os familiares, começa a ter um comportamento alterado, se perder na rua, até progredir para uma total dependência, falando popularmente ele fica completamente ‘fora do ar’, a causa da demência é a morte progressiva das células do cérebro, que pode acontecer por vários motivos, o mais comum e a doença de Alzheimer que ocorre mais em pessoas idosas e tem a causa desconhecida, existem remédios que ajudam a retardar o desenvolvimento da doença, mas uma vez instalada ela não tem cura, algumas dicas ajudam muito. 
• Deve-se oferecer ao idoso muito carinho e apoio emocional;
• Não trate o idoso com demência como se fosse um doente; • A rotina é a coisa mais importante procurem estabelecer horários fixos, por exemplo: horário das refeições, do banho e de passeios; 
• Verifique sempre a segurança do paciente, com a instalação de corrimão no quarto, nos trajetos habituais dentro da casa e no banheiro; • Objetos familiares como quadros de pessoa que o idoso gosta deve se mantido a vista; Nunca descuide da alimentação;
• Jamais o isole, mantenha-o sempre em contato com amigos e parentes, 
• Em caso de perda do controle de fezes ou urina a ida ao banheiro deve ser regular, mesmo sem que o idoso peça, por exemplo a cada 2 horas. Acidente vascular cerebral: O acidente vascular cerebral ou AVC, que todos conhecem como derrame cerebral, é uma importante causa de morte ou de incapacidade física e mental nos idosos, o cérebro responsável pelo controle dos movimentos, sensações, fala e compreensão das coisas. As células cerebrais para tal necessitam de oxigênio para sobreviverem, esse oxigênio e levado pela corrente sanguínea, o que ocorre no AVC e que há uma interrupção do fluxo de sangue para uma determinada região do cérebro, causando a morte dessas células, levando conseqüentemente a paralisia, dificuldade de fala, compreensão, e alimentação. O tratamento visa, controlar a pressão, o diabetes, os níveis de colesterol e deixar de fumar, principalmente para prevenir um novo derrame. Já na fase crônica o tratamento é reabilitação, fisioterapia, acompanhamento fonoaudiologo e do terapeuta ocupacional. Atinge 9,9% da população idosa.

Osteoporose: é a perda anormal de osso, que o torna mais fraco, com maior facilidade para quebrar, e mais difícil de “colar” (recuperar-se de fraturas); Catarata: doença na vista, que prejudica a visão, facilmente tratada com cirurgia. Precisamos de uma atenção especial para distinguir entre alterações normais do envelhecimento e doenças do idoso, para não atribuirmos erroneamente ao envelhecimento natural doenças que são passíveis de prevenção e tratamento, ou mesmo cura; de outro lado, alterações do envelhecimento normal podem ser atribuídas a doenças, e exames e tratamentos podem ser erroneamente realizados. 

Doença cardíaca hipertensiva: Uma pressão arterial elevada por anos a fio pode causar uma série de doenças; já citamos o infarto e o derrame, mas o próprio músculo do coração pode adoecer, causando a doença cardíaca hipertensiva. Num grau mais avançado, isso vira insuficiência cardíaca, ou seja, coração i nchado. (Existem outras causas de insuficiência cardíaca além da doença cardíaca hipertensiva.) A maioria das doenças da lista pode ser prevenida e/ou adiada com um estilo de vida saudável e tratamentos adequados, mas geralmente não é possível evitar completamente a doença, e uma vez que a pessoa tenha, é para sempre. Nesse contexto, é importante privilegiar ações preventivas e de tratamento e recuperação que preservem a autonomia da pessoa idosa, ou seja, que permitam à pessoa continuar desempenhando suas atividades sem depender da ajuda dos outros.

Entre as doenças crônicas não transmissíveis, o diabetes mellitus se destaca como importante causa de morbidade e mortalidade, especialmente entre os idosos. O acelerado ritmo do processo de envelhecimento da população, a maior tendência ao sedentarismo e a inadequados hábitos alimentares, além de outras mudanças  , contribuem para os crescentes níveis de incidência e prevalência do diabetes, bem como de mortalidade pela doença (FRANCISCO.P.M.S.B, et. al. 2010)

Contribuiu com este Artigo:


Veridyana Márcia Silva Valverde
Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Anhanguera de Taboão  da Serra(12/2017). Pós-graduado em Urgência  & Emergência  em Enfermagem, pela Faculdade Venda Nova Imigrante (06/2019). Concluindo MBA Executivo em Gestão Hospitalar , pela Faculdade  Cidade  Verde(08/2019). Atualmente Enfermeira Assitencial na Unidade de Pronto Atendimento Macarenko em Sumaré - SP.| Linkedin





REFERÊNCIAS 

MENEZES. M. F. G, et. al. 2008.Alimentação saudável na experiência de idososPublicado em : <http://www.scielo.br/pdf/rbgg/v13n2/a11v13n2.pdf >. Acessado em 19.mai.2019.

Tahan TAHAN. J & CARVALHO. A. C. D. de, 2010. Reflexões de Idosos Participantes de Grupos de Promoção de Saúde Acerca do Envelhecimento e da Qualidade de Vida. Publicado em : < file:///C:/Users/Tech/Downloads/29710-34516-1-PB.pdf >. Acessado em 11.mai.2019.

MIRANDA.L . C, et. al. 2008.Qualidade de vida na terceira idade: a influência da participação em grupos. Publicado em : <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1982-12472008000100009 > . Acessado em 11.mai.2019.

RAMOS. L. R, 2006.Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, São Paulo. Publicado em : < http://www.scielo.br/pdf/csp/v19n3/15882 >. Acessado em 22.mai.2019.

VECCHIA.R.D, et. al. 2005.Qualidade de vida na terceira idade: um conceito subjetivo.Publicado em : <https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/11992/S1415-790X2005000300006.pdf?sequence=1&isAllowed=y >. Acessado 23.mai.2019.

MOREIRA.R.M, et. al. 2013. Qualidade de vida, saúde e política pública de idosos no Brasil: uma reflexão teórica. Publicado em : < https://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/article/viewFile/17629/13128> . Acessado em 25.mai.2019.

REBELATTO .J.R, et. al. 2006.Influência de um Programa de Atividade Física de Lonfga Duração  Sobre a Força Muscular Manual e a Flexibilidade Corporal de Mulheres Idosas. Publicado em : < http://www.scielo.br/pdf/rbfis/v10n1/v10n1a17 >. Acessado em 23.mai.2019.

 NÓBREGA.A.C.L, et. al. 2008.Antonio Claudio Lucas da Nóbrega   Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: atividade física e saúde no idoso .Revista Brasileira de Medicina do Esporte.Publicado em : < http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86921999000600002&script=sci_arttext >. Acessado em 23.mai.2019.

CARLOS.F.S.A   &  PEREIRA.F.R.A, 2015. Principais doenças crônicas acometidas em idosos.Publicado em : < http://www.editorarealize.com.br/revistas/cieh/trabalhos/TRABALHO_EV040_MD4_SA2_ID2624_11092015161625.pdf >. Acessado em 25.mai.2019.
Diabetes auto-referido em idosos: prevalência, fatores associados e práticas de controle.Publicado em : < http://www.scielo.br/pdf/csp/v26n1/18 >. Acessado em 25.mai.2019.

 
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